PERCEPÇÃO, AVALIAÇÃO, DECISÃO by Mário G. José - Director Executivo
PERCEPÇÃO, AVALIAÇÃO, DECISÃO
by Mário G. José - Director Executivo
PERCEPÇÃO, AVALIAÇÃO, DECISÃO by Mário G. José - Director Executivo
PERCEPÇÃO, AVALIAÇÃO, DECISÃO by Mário G. José - Director Executivo
PERCEPÇÃO, AVALIAÇÃO, DECISÃO by Mário G. José - Director Executivo
Iniciado mais um ano com celeridade, em 2022 assistimos a uma consolidação da procura por investimento imobiliário nas principais capitais do interior de Portugal, verificando-se em muitas destas regiões um aumento exponencial na procura quer por habitação própria, quer por habitação secundária, superando os 200% no que concerne às solicitações/procura se comparado com 2020 e primeiro semestre de 2021.
A pandemia veio acelerar uma estrutura de decisão distinta face aos anos mais recentes, cuja preocupação residia numa proximidade com os locais de trabalho, equipamentos escolares ou outras estruturas de lazer. Essa preocupação pauta-se hoje por necessidade de espaço, não só conforto interior mas sobretudo liberdade exterior, aliado a um novo mindset acerca dos métodos de exercício da atividade profissional em que a habitação passou a ser em parte o local de trabalho, o escritório. Esta vicissitude veio assim pautar uma maior necessidade de contacto com a Natureza, com espaços verdes amplos, em detrimento do contacto físico quase diário com pessoas não primárias à família. Assistimos então o aumento do fenómeno de procura de variáveis habitacionais que confiram maior preponderância no eu, alinhado com o bem estar familiar, afastados da azáfama citadina do litoral em prol da qualidade de vida que o interior possibilita.
Na presente década, certamente continuaremos a assistir ao aumento médio dos custos globais de construção, com abrandamentos pontuais não significativos numa estabilização a longo prazo, dado que a procura nacional e internacional continuará a pautar a elevada escassez na oferta.
Ao verificarmos a anterior década (2011 – 2021), podemos constatar que o crescimento verificado se centralizou em aproximadamente 4 anos (2015 – 2019), com a crise soberana e a crise pandémica a ditarem um comportamento distinto daquele que poderemos vir a assistir no quadro pós-pandémico ao longo da próxima década, onde Portugal se coloca como um hub atractivo para a captação de projetos, de empresas e de novos residentes estrangeiros de 1ª habitação em detrimento de outros países mais dispendiosos no seu custo de vida e menos apelativos a um lifestyle menos eco-friendly.
Estes fatores inevitavelmente levarão a um aumento das populações no interior, pelo que caberá às autarquias e freguesias locais, acima de qualquer outra entidade, a projeção de infraestruturas e equipamentos, captação de recursos, entidades públicas e privadas que possibilitem a fixação geracional.
Defendemos que a retirada dos Vistos Gold nas principais metrópoles e litoral é um erro estratégico no que à competitividade do país respeita, sendo que a adoção de soluções, nomeadamente novos tetos mínimos por região, permitiriam um crescimento sustentado de todo o país, não retirando o foco ao que defendemos como maior fatia nesse crescimento, o interior.
Ao verificarmos a anterior década (2011 – 2021), podemos constatar que o crescimento verificado se centralizou em aproximadamente 4 anos (2015 – 2019), com a crise soberana e a crise pandémica a ditarem um comportamento distinto daquele que poderemos vir a assistir no quadro pós-pandémico ao longo da próxima década, onde Portugal se coloca como um hub atractivo para a captação de projetos, de empresas e de novos residentes estrangeiros de 1ª habitação em detrimento de outros países mais dispendiosos no seu custo de vida e menos apelativos a um lifestyle menos eco-friendly.
Estes fatores inevitavelmente levarão a um aumento das populações no interior, pelo que caberá às autarquias e freguesias locais, acima de qualquer outra entidade, a projeção de infraestruturas e equipamentos, captação de recursos, entidades públicas e privadas que possibilitem a fixação geracional.
Defendemos que a retirada dos Vistos Gold nas principais metrópoles e litoral é um erro estratégico no que à competitividade do país respeita, sendo que a adoção de soluções, nomeadamente novos tetos mínimos por região, permitiriam um crescimento sustentado de todo o país, não retirando o foco ao que defendemos como maior fatia nesse crescimento, o interior.
"Brindemos pois ao mecanismo mental que antecipadamente percepciona, avalia e decide em prol de um rumo, de um futuro, pródigo."
Derivado da sua forte aposta já em 2018 em alternativas premium no Interior do País, a Amazing Places com 4 anos de resultados positivos, com um desvio padrão positivo face ao sector, sobretudo no período pandémico, posiciona-se assim como um Key-Player nesta realidade, através dos produtos/serviços de consultoria que tem vindo a desenvolver tanto no litoral como no interior do país, com um elevado know-how técnico, bem como através de um vasto leque de net-working e soluções que nos possibilitam gerir com eficiência e eficácia os aspectos e variáveis de cada decisão…
...a Sua