“Para ser grande, sê inteiro.” – Ricardo Reis
A busca pela plenitude é incansável na nossa existência. Procuramos por ela nos mais variados lugares, pessoas: Nas nossas famílias, desde o primeiro dia, no nosso percurso profissional, nas relações interpessoais que se vão criando. Independentemente da fonte, ela procuramos sempre no exterior. Não deveria ser uma surpresa, mas com frequência nos frustramos e esmorecemos quando, imagine-se, no auge de todas as nossas vivências continuamos incompletos e, em alguns casos, mais vazios do que no inicio da jornada pela completude.
A verdade é que se procuramos ser inteiros, devemos saber que nenhum todo se faz unicamente pela envolvência. Ser inteiro requer preenchimento, e esse preenchimento depende maioritariamente de nós, sempre. O exterior molda-nos, lima as arestas, e testa a estrutura do nosso ser, mas quem determina o curso dessa obra que é ser-se inteiro somos sempre nós. Algumas experiências serão significativas, outras nem por isso. Algumas pessoas vão tirar um dos seus tijolos para nos reconstruir, outras levarão os nossos, precisamente quando tivermos tão poucos que a ruína parecerá inevitável. Mas quem define no seu livre-arbítrio o caminho, a jornada para se ser inteiro, somos nós. Está sempre nas nossas mãos. A cada passo, a cada decisão.
“Para ser grande, sê inteiro.” – Ricardo Reis
A busca pela plenitude é incansável na nossa existência. Procuramos por ela nos mais variados lugares, pessoas: Nas nossas famílias, desde o primeiro dia, no nosso percurso profissional, nas relações interpessoais que se vão criando. Independentemente da fonte, ela procuramos sempre no exterior. Não deveria ser uma surpresa, mas com frequência nos frustramos e esmorecemos quando, imagine-se, no auge de todas as nossas vivências continuamos incompletos e, em alguns casos, mais vazios do que no inicio da jornada pela completude.
A verdade é que se procuramos ser inteiros, devemos saber que nenhum todo se faz unicamente pela envolvência. Ser inteiro requer preenchimento, e esse preenchimento depende maioritariamente de nós, sempre. O exterior molda-nos, lima as arestas, e testa a estrutura do nosso ser, mas quem determina o curso dessa obra que é ser-se inteiro somos sempre nós. Algumas experiências serão significativas, outras nem por isso. Algumas pessoas vão tirar um dos seus tijolos para nos reconstruir, outras levarão os nossos, precisamente quando tivermos tão poucos que a ruína parecerá inevitável. Mas quem define no seu livre-arbítrio o caminho, a jornada para se ser inteiro, somos nós. Está sempre nas nossas mãos. A cada passo, a cada decisão.
“Para ser grande, sê inteiro.” – Ricardo Reis
A busca pela plenitude é incansável na nossa existência. Procuramos por ela nos mais variados lugares, pessoas: Nas nossas famílias, desde o primeiro dia, no nosso percurso profissional, nas relações interpessoais que se vão criando. Independentemente da fonte, ela procuramos sempre no exterior. Não deveria ser uma surpresa, mas com frequência nos frustramos e esmorecemos quando, imagine-se, no auge de todas as nossas vivências continuamos incompletos e, em alguns casos, mais vazios do que no inicio da jornada pela completude.
A verdade é que se procuramos ser inteiros, devemos saber que nenhum todo se faz unicamente pela envolvência. Ser inteiro requer preenchimento, e esse preenchimento depende maioritariamente de nós, sempre. O exterior molda-nos, lima as arestas, e testa a estrutura do nosso ser, mas quem determina o curso dessa obra que é ser-se inteiro somos sempre nós. Algumas experiências serão significativas, outras nem por isso. Algumas pessoas vão tirar um dos seus tijolos para nos reconstruir, outras levarão os nossos, precisamente quando tivermos tão poucos que a ruína parecerá inevitável. Mas quem define no seu livre-arbítrio o caminho, a jornada para se ser inteiro, somos nós. Está sempre nas nossas mãos. A cada passo, a cada decisão.
“Para ser grande, sê inteiro.” – Ricardo Reis
A busca pela plenitude é incansável na nossa existência. Procuramos por ela nos mais variados lugares, pessoas: Nas nossas famílias, desde o primeiro dia, no nosso percurso profissional, nas relações interpessoais que se vão criando. Independentemente da fonte, ela procuramos sempre no exterior. Não deveria ser uma surpresa, mas com frequência nos frustramos e esmorecemos quando, imagine-se, no auge de todas as nossas vivências continuamos incompletos e, em alguns casos, mais vazios do que no inicio da jornada pela completude.
A verdade é que se procuramos ser inteiros, devemos saber que nenhum todo se faz unicamente pela envolvência. Ser inteiro requer preenchimento, e esse preenchimento depende maioritariamente de nós, sempre. O exterior molda-nos, lima as arestas, e testa a estrutura do nosso ser, mas quem determina o curso dessa obra que é ser-se inteiro somos sempre nós. Algumas experiências serão significativas, outras nem por isso. Algumas pessoas vão tirar um dos seus tijolos para nos reconstruir, outras levarão os nossos, precisamente quando tivermos tão poucos que a ruína parecerá inevitável. Mas quem define no seu livre-arbítrio o caminho, a jornada para se ser inteiro, somos nós. Está sempre nas nossas mãos. A cada passo, a cada decisão.
O PROPÓSITO E A PLENITUDE
by Solange Hilário - Designer e Gestora Projecto
O PROPÓSITO E A PLENITUDE
by Solange Hilário - Designer e Gestora Projecto
O PROPÓSITO E A PLENITUDE by Solange Hilário - Designer e Gestora Projecto
O PROPÓSITO E A PLENITUDE by Solange Hilário - Designer e Gestora Projecto
Este ano, 2023, completo 30 voltas ao Sol. Aos 30 anos, inicio uma nova jornada profissional como designer de interiores. Estudei Ciências e Tecnologias (queria ser bióloga marinha). Boa aluna, tive um percurso escolar sem incidentes maiores, à exceção de uma falta disciplinar. Estudava para a boa nota, ou para a nota excelente quando desafiada com jeitinho. Concluído o 12º Ano, dei continuidade ao percurso artístico iniciado aos 16 anos num programa de TV. Como cantora e atriz, trabalhei pelo mundo fora. Conquistei um Top 3 internacional de música Pop no mercado Inglês (fiquei em 2º lugar, à minha frente estava o single da Beyoncé, “Pretty Hurts”), protagonizei um projeto nomeado para um Emmy e trabalhei com alguns dos melhores produtores de música. Casei e fui mãe. Constituí empresa e abri o meu próprio negócio dedicado à moda nupcial, em que representei marcas de referência mundial em exclusivo (e fechei a loja um ano depois). Geri negócios de terceiros e uma loja do maior grupo de retalho do mundo. Na minha vida pessoal, conto pelos dedos das mãos o número de amigos que tive ao longo destes 30 anos e vivo muito bem com isso. Tenho uma família grande, que, com o tempo, fui domando ao meu jeito (teve MESMO que ser). Mas confesso, que mesmo depois de tudo o que já vivi, de todas as experiências e escolhas que fiz, a minha jornada pela plenitude continua e duvido que algum dia a alcance.
Este ano, 2023, completo 30 voltas ao Sol. Aos 30 anos, inicio uma nova jornada profissional como designer de interiores. Estudei Ciências e Tecnologias (queria ser bióloga marinha). Boa aluna, tive um percurso escolar sem incidentes maiores, à exceção de uma falta disciplinar. Estudava para a boa nota, ou para a nota excelente quando desafiada com jeitinho. Concluído o 12º Ano, dei continuidade ao percurso artístico iniciado aos 16 anos num programa de TV. Como cantora e atriz, trabalhei pelo mundo fora. Conquistei um Top 3 internacional de música Pop no mercado Inglês (fiquei em 2º lugar, à minha frente estava o single da Beyoncé, “Pretty Hurts”), protagonizei um projeto nomeado para um Emmy e trabalhei com alguns dos melhores produtores de música. Casei e fui mãe. Constituí empresa e abri o meu próprio negócio dedicado à moda nupcial, em que representei marcas de referência mundial em exclusivo (e fechei a loja um ano depois). Geri negócios de terceiros e uma loja do maior grupo de retalho do mundo. Na minha vida pessoal, conto pelos dedos das mãos o número de amigos que tive ao longo destes 30 anos e vivo muito bem com isso. Tenho uma família grande, que, com o tempo, fui domando ao meu jeito (teve MESMO que ser). Mas confesso, que mesmo depois de tudo o que já vivi, de todas as experiências e escolhas que fiz, a minha jornada pela plenitude continua e duvido que algum dia a alcance.
Este ano, 2023, completo 30 voltas ao Sol. Aos 30 anos, inicio uma nova jornada profissional como designer de interiores. Estudei Ciências e Tecnologias (queria ser bióloga marinha). Boa aluna, tive um percurso escolar sem incidentes maiores, à exceção de uma falta disciplinar. Estudava para a boa nota, ou para a nota excelente quando desafiada com jeitinho. Concluído o 12º Ano, dei continuidade ao percurso artístico iniciado aos 16 anos num programa de TV. Como cantora e atriz, trabalhei pelo mundo fora. Conquistei um Top 3 internacional de música Pop no mercado Inglês (fiquei em 2º lugar, à minha frente estava o single da Beyoncé, “Pretty Hurts”), protagonizei um projeto nomeado para um Emmy e trabalhei com alguns dos melhores produtores de música. Casei e fui mãe. Constituí empresa e abri o meu próprio negócio dedicado à moda nupcial, em que representei marcas de referência mundial em exclusivo (e fechei a loja um ano depois). Geri negócios de terceiros e uma loja do maior grupo de retalho do mundo. Na minha vida pessoal, conto pelos dedos das mãos o número de amigos que tive ao longo destes 30 anos e vivo muito bem com isso. Tenho uma família grande, que, com o tempo, fui domando ao meu jeito (teve MESMO que ser). Mas confesso, que mesmo depois de tudo o que já vivi, de todas as experiências e escolhas que fiz, a minha jornada pela plenitude continua e duvido que algum dia a alcance.
Este ano, 2023, completo 30 voltas ao Sol. Aos 30 anos, inicio uma nova jornada profissional como designer de interiores. Estudei Ciências e Tecnologias (queria ser bióloga marinha). Boa aluna, tive um percurso escolar sem incidentes maiores, à exceção de uma falta disciplinar. Estudava para a boa nota, ou para a nota excelente quando desafiada com jeitinho. Concluído o 12º Ano, dei continuidade ao percurso artístico iniciado aos 16 anos num programa de TV. Como cantora e atriz, trabalhei pelo mundo fora. Conquistei um Top 3 internacional de música Pop no mercado Inglês (fiquei em 2º lugar, à minha frente estava o single da Beyoncé, “Pretty Hurts”), protagonizei um projeto nomeado para um Emmy e trabalhei com alguns dos melhores produtores de música. Casei e fui mãe. Constituí empresa e abri o meu próprio negócio dedicado à moda nupcial, em que representei marcas de referência mundial em exclusivo (e fechei a loja um ano depois). Geri negócios de terceiros e uma loja do maior grupo de retalho do mundo. Na minha vida pessoal, conto pelos dedos das mãos o número de amigos que tive ao longo destes 30 anos e vivo muito bem com isso. Tenho uma família grande, que, com o tempo, fui domando ao meu jeito (teve MESMO que ser). Mas confesso, que mesmo depois de tudo o que já vivi, de todas as experiências e escolhas que fiz, a minha jornada pela plenitude continua e duvido que algum dia a alcance.
Começo este texto com uma frase de Ricardo Reis. Sempre olhei para ela como um incentivo e não uma meta. A verdade é que não sei se quero ser inteira. Prefiro que a ideia de ser grande e inteira me alimente e não me condicione na experiência linda que é viver.
Hoje, a viver uma nova fase da minha vida como Gestora de Projetos na Amazing Places, procuro, com o meu trabalho, auxiliar a minha equipa e os nossos clientes nas suas jornadas pessoais através das suas casas. Acredito que depois de tudo o que leram acima se perguntem de onde veio esta nova vertente. Eu partilho convosco:
Sou, acima de tudo, filha da arte. Cresci numa casa viva, alimentada a boa música, cultura e design. O meu pai é designer de calçado e eu sempre, sempre gostei muito de desenhar. Era das melhores alunas em Educação Visual e. lá em casa, desenhava os melhores layouts para cada divisão. Claro que o meu quarto e das minhas irmãs estava sempre em remodelação. Adorava as coleções de revistas de decoração das minhas tias e rodeava nelas os artigos da minha “wishlist”. Mais tarde, marcava visitas a imóveis com os meus pais, convencendo-os que precisávamos de mudar de casa (precisávamos mesmo, mas esse assunto dava para mais um texto) só para poder imaginar com seria projetar e decorar este e aquele espaços (desculpem, colegas).
Começo este texto com uma frase de Ricardo Reis. Sempre olhei para ela como um incentivo e não uma meta. A verdade é que não sei se quero ser inteira. Prefiro que a ideia de ser grande e inteira me alimente e não me condicione na experiência linda que é viver.
Hoje, a viver uma nova fase da minha vida como Gestora de Projetos na Amazing Places, procuro, com o meu trabalho, auxiliar a minha equipa e os nossos clientes nas suas jornadas pessoais através das suas casas. Acredito que depois de tudo o que leram acima se perguntem de onde veio esta nova vertente. Eu partilho convosco:
Sou, acima de tudo, filha da arte. Cresci numa casa viva, alimentada a boa música, cultura e design. O meu pai é designer de calçado e eu sempre, sempre gostei muito de desenhar. Era das melhores alunas em Educação Visual e. lá em casa, desenhava os melhores layouts para cada divisão. Claro que o meu quarto e das minhas irmãs estava sempre em remodelação. Adorava as coleções de revistas de decoração das minhas tias e rodeava nelas os artigos da minha “wishlist”. Mais tarde, marcava visitas a imóveis com os meus pais, convencendo-os que precisávamos de mudar de casa (precisávamos mesmo, mas esse assunto dava para mais um texto) só para poder imaginar com seria projetar e decorar este e aquele espaços (desculpem, colegas).
Começo este texto com uma frase de Ricardo Reis. Sempre olhei para ela como um incentivo e não uma meta. A verdade é que não sei se quero ser inteira. Prefiro que a ideia de ser grande e inteira me alimente e não me condicione na experiência linda que é viver.
Hoje, a viver uma nova fase da minha vida como Gestora de Projetos na Amazing Places, procuro, com o meu trabalho, auxiliar a minha equipa e os nossos clientes nas suas jornadas pessoais através das suas casas. Acredito que depois de tudo o que leram acima se perguntem de onde veio esta nova vertente. Eu partilho convosco:
Sou, acima de tudo, filha da arte. Cresci numa casa viva, alimentada a boa música, cultura e design. O meu pai é designer de calçado e eu sempre, sempre gostei muito de desenhar. Era das melhores alunas em Educação Visual e. lá em casa, desenhava os melhores layouts para cada divisão. Claro que o meu quarto e das minhas irmãs estava sempre em remodelação. Adorava as coleções de revistas de decoração das minhas tias e rodeava nelas os artigos da minha “wishlist”. Mais tarde, marcava visitas a imóveis com os meus pais, convencendo-os que precisávamos de mudar de casa (precisávamos mesmo, mas esse assunto dava para mais um texto) só para poder imaginar com seria projetar e decorar este e aquele espaços (desculpem, colegas).
Começo este texto com uma frase de Ricardo Reis. Sempre olhei para ela como um incentivo e não uma meta. A verdade é que não sei se quero ser inteira. Prefiro que a ideia de ser grande e inteira me alimente e não me condicione na experiência linda que é viver.
Hoje, a viver uma nova fase da minha vida como Gestora de Projetos na Amazing Places, procuro, com o meu trabalho, auxiliar a minha equipa e os nossos clientes nas suas jornadas pessoais através das suas casas. Acredito que depois de tudo o que leram acima se perguntem de onde veio esta nova vertente. Eu partilho convosco:
Sou, acima de tudo, filha da arte. Cresci numa casa viva, alimentada a boa música, cultura e design. O meu pai é designer de calçado e eu sempre, sempre gostei muito de desenhar. Era das melhores alunas em Educação Visual e. lá em casa, desenhava os melhores layouts para cada divisão. Claro que o meu quarto e das minhas irmãs estava sempre em remodelação. Adorava as coleções de revistas de decoração das minhas tias e rodeava nelas os artigos da minha “wishlist”. Mais tarde, marcava visitas a imóveis com os meus pais, convencendo-os que precisávamos de mudar de casa (precisávamos mesmo, mas esse assunto dava para mais um texto) só para poder imaginar com seria projetar e decorar este e aquele espaços (desculpem, colegas).
Respondendo á vossa pergunta: Esta faceta esteve sempre dentro de mim. A Solange, Designer de Interiores sempre existiu em mim. E esta é parte das nossas jornadas que eu considero absolutamente mágica. Temos todos os recursos em nós, todos os meios. A envolvência possibilita-nos a sua utilização, explorando as possibilidades da vida. Não controlamos a ordem dos acontecimentos, eles surgem e desenvolvem-se na ordem perfeita, e só mais tarde teremos essa perceção.
Por isso, hoje digo, embora sem certeza, que a única coisa que me falta é ser grande, ser inteira. Porque tudo o resto eu sei que já sou. E se ainda não sou, serei um dia, quando chegar a hora.
Respondendo á vossa pergunta: Esta faceta esteve sempre dentro de mim. A Solange, Designer de Interiores sempre existiu em mim. E esta é parte das nossas jornadas que eu considero absolutamente mágica. Temos todos os recursos em nós, todos os meios. A envolvência possibilita-nos a sua utilização, explorando as possibilidades da vida. Não controlamos a ordem dos acontecimentos, eles surgem e desenvolvem-se na ordem perfeita, e só mais tarde teremos essa perceção.
Por isso, hoje digo, embora sem certeza, que a única coisa que me falta é ser grande, ser inteira. Porque tudo o resto eu sei que já sou. E se ainda não sou, serei um dia, quando chegar a hora.
Respondendo á vossa pergunta: Esta faceta esteve sempre dentro de mim. A Solange, Designer de Interiores sempre existiu em mim. E esta é parte das nossas jornadas que eu considero absolutamente mágica. Temos todos os recursos em nós, todos os meios. A envolvência possibilita-nos a sua utilização, explorando as possibilidades da vida. Não controlamos a ordem dos acontecimentos, eles surgem e desenvolvem-se na ordem perfeita, e só mais tarde teremos essa perceção.
Por isso, hoje digo, embora sem certeza, que a única coisa que me falta é ser grande, ser inteira. Porque tudo o resto eu sei que já sou. E se ainda não sou, serei um dia, quando chegar a hora.
Respondendo á vossa pergunta: Esta faceta esteve sempre dentro de mim. A Solange, Designer de Interiores sempre existiu em mim. E esta é parte das nossas jornadas que eu considero absolutamente mágica. Temos todos os recursos em nós, todos os meios. A envolvência possibilita-nos a sua utilização, explorando as possibilidades da vida. Não controlamos a ordem dos acontecimentos, eles surgem e desenvolvem-se na ordem perfeita, e só mais tarde teremos essa perceção.
Por isso, hoje digo, embora sem certeza, que a única coisa que me falta é ser grande, ser inteira. Porque tudo o resto eu sei que já sou. E se ainda não sou, serei um dia, quando chegar a hora.