São-nos feitas promessas. Demasiadas até. “Amo-te para sempre”, “nada mudará”, “tudo ficará bem”. Como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas? Crendo na descrença.
Vivemos numa sociedade que nos reveste de muita conversa sobre aceitação, justiça e outros valores de igual importância. Mas a questão é a seguinte: que sociedade é esta que, alegadamente, cultiva a mudança, mas não permite a insistência desta? “Podes ser mulher e ter orgulho nisso, mas não andes na rua sem soutien”. “Podes ser ambicioso/a e sonhar em grande, mas nunca tires os pés da terra”. Que limites são estes que só nos detêm? Os limites de uma sociedade enganadora.
Passo um para sobreviver nesta sociedade enganadora com a crença na descrença: assumir uma posição defensiva. Mas que frustração! Parece que não vivemos a vida com a sua complexidade e plenitude. Vamos, então, ignorar este passo.
Passo dois para sobrevivermos numa sociedade enganadora com a crença na descrença: não nos deixarmos influenciar e sermos o nosso mais autêntico eu. Pois, entendido. Mas nós não vivemos numa bolha.
À terceira é de vez! Ou não… Como uma vez disse Albert Einstnein «Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes». Assim sendo, não continuarei a depositar passos sem sentido para alcançar um fim que, verdadeiramente, não tem em vista correr de forma planeada nem… perfeita.
São-nos feitas promessas. Demasiadas até. “Amo-te para sempre”, “nada mudará”, “tudo ficará bem”. Como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas? Crendo na descrença.
Vivemos numa sociedade que nos reveste de muita conversa sobre aceitação, justiça e outros valores de igual importância. Mas a questão é a seguinte: que sociedade é esta que, alegadamente, cultiva a mudança, mas não permite a insistência desta? “Podes ser mulher e ter orgulho nisso, mas não andes na rua sem soutien”. “Podes ser ambicioso/a e sonhar em grande, mas nunca tires os pés da terra”. Que limites são estes que só nos detêm? Os limites de uma sociedade enganadora.
Passo um para sobreviver nesta sociedade enganadora com a crença na descrença: assumir uma posição defensiva. Mas que frustração! Parece que não vivemos a vida com a sua complexidade e plenitude. Vamos, então, ignorar este passo.
Passo dois para sobrevivermos numa sociedade enganadora com a crença na descrença: não nos deixarmos influenciar e sermos o nosso mais autêntico eu. Pois, entendido. Mas nós não vivemos numa bolha.
À terceira é de vez! Ou não… Como uma vez disse Albert Einstnein «Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes». Assim sendo, não continuarei a depositar passos sem sentido para alcançar um fim que, verdadeiramente, não tem em vista correr de forma planeada nem… perfeita.
São-nos feitas promessas. Demasiadas até. “Amo-te para sempre”, “nada mudará”, “tudo ficará bem”. Como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas? Crendo na descrença.
Vivemos numa sociedade que nos reveste de muita conversa sobre aceitação, justiça e outros valores de igual importância. Mas a questão é a seguinte: que sociedade é esta que, alegadamente, cultiva a mudança, mas não permite a insistência desta? “Podes ser mulher e ter orgulho nisso, mas não andes na rua sem soutien”. “Podes ser ambicioso/a e sonhar em grande, mas nunca tires os pés da terra”. Que limites são estes que só nos detêm? Os limites de uma sociedade enganadora.
Passo um para sobreviver nesta sociedade enganadora com a crença na descrença: assumir uma posição defensiva. Mas que frustração! Parece que não vivemos a vida com a sua complexidade e plenitude. Vamos, então, ignorar este passo.
Passo dois para sobrevivermos numa sociedade enganadora com a crença na descrença: não nos deixarmos influenciar e sermos o nosso mais autêntico eu. Pois, entendido. Mas nós não vivemos numa bolha.
À terceira é de vez! Ou não… Como uma vez disse Albert Einstnein «Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes». Assim sendo, não continuarei a depositar passos sem sentido para alcançar um fim que, verdadeiramente, não tem em vista correr de forma planeada nem… perfeita.
São-nos feitas promessas. Demasiadas até. “Amo-te para sempre”, “nada mudará”, “tudo ficará bem”. Como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas? Crendo na descrença.
Vivemos numa sociedade que nos reveste de muita conversa sobre aceitação, justiça e outros valores de igual importância. Mas a questão é a seguinte: que sociedade é esta que, alegadamente, cultiva a mudança, mas não permite a insistência desta? “Podes ser mulher e ter orgulho nisso, mas não andes na rua sem soutien”. “Podes ser ambicioso/a e sonhar em grande, mas nunca tires os pés da terra”. Que limites são estes que só nos detêm? Os limites de uma sociedade enganadora.
Passo um para sobreviver nesta sociedade enganadora com a crença na descrença: assumir uma posição defensiva. Mas que frustração! Parece que não vivemos a vida com a sua complexidade e plenitude. Vamos, então, ignorar este passo.
Passo dois para sobrevivermos numa sociedade enganadora com a crença na descrença: não nos deixarmos influenciar e sermos o nosso mais autêntico eu. Pois, entendido. Mas nós não vivemos numa bolha.
À terceira é de vez! Ou não… Como uma vez disse Albert Einstnein «Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes». Assim sendo, não continuarei a depositar passos sem sentido para alcançar um fim que, verdadeiramente, não tem em vista correr de forma planeada nem… perfeita.
CRER NA DESCRENÇA
by Rita Graça Casqueiro - Finalista Universitária
CRER NA DESCRENÇA
by Rita Graça Casqueiro- Finalista Universitária
CRER NA DESCRENÇA
by Rita Graça Casqueiro - Finalista Universitária
CRER NA DESCRENÇA
by Rita Graça Casqueiro - Finalista Universitária
CRER NA DESCRENÇA
by Rita Graça Casqueiro - Finalista Universitária
O romance é uma armadilha porque nunca é sentido em partes e medidas reais e iguais. Há sempre alguém que sente uma adoração inigualável maior do que o outro alguém sente pelo pobre iludido. E, mesmo assim, este último acaba por se degradar a si mesmo somente para pôr a ilusão, a outra pessoa, num pedestal. Vamos lá ser realistas, humildes, mas sonhadores e românticos incuráveis leitores – o amor romântico não é o objetivo para que todos nascemos. Há mais amor e está em todo o lado. Por favor, vamos todos tomar um comprimido vermelho ou azul como no Matrix, mas para, desta vez, caírmos na realidade.
Durante toda a nossa vida foram-nos feitas promessas: que as pessoas, no fim, revelar-se-iam todas bondosas, somente foram injustiçadas; que o príncipe encantado nos levaria para o seu palácio, longe dos nossos problemas. Mas a vida não é um filme, é muito mais crua, intensa e memorável e menos cor-de-rosa. Vá lá, Disney… porquê sujeitar pessoas pequeninas a contos de fadas que não passam de blasfémias?
O romance é uma armadilha porque nunca é sentido em partes e medidas reais e iguais. Há sempre alguém que sente uma adoração inigualável maior do que o outro alguém sente pelo pobre iludido. E, mesmo assim, este último acaba por se degradar a si mesmo somente para pôr a ilusão, a outra pessoa, num pedestal. Vamos lá ser realistas, humildes, mas sonhadores e românticos incuráveis leitores – o amor romântico não é o objetivo para que todos nascemos. Há mais amor e está em todo o lado. Por favor, vamos todos tomar um comprimido vermelho ou azul como no Matrix, mas para, desta vez, caírmos na realidade.
Durante toda a nossa vida foram-nos feitas promessas: que as pessoas, no fim, revelar-se-iam todas bondosas, somente foram injustiçadas; que o príncipe encantado nos levaria para o seu palácio, longe dos nossos problemas. Mas a vida não é um filme, é muito mais crua, intensa e memorável e menos cor-de-rosa. Vá lá, Disney… porquê sujeitar pessoas pequeninas a contos de fadas que não passam de blasfémias?
O romance é uma armadilha porque nunca é sentido em partes e medidas reais e iguais. Há sempre alguém que sente uma adoração inigualável maior do que o outro alguém sente pelo pobre iludido. E, mesmo assim, este último acaba por se degradar a si mesmo somente para pôr a ilusão, a outra pessoa, num pedestal. Vamos lá ser realistas, humildes, mas sonhadores e românticos incuráveis leitores – o amor romântico não é o objetivo para que todos nascemos. Há mais amor e está em todo o lado. Por favor, vamos todos tomar um comprimido vermelho ou azul como no Matrix, mas para, desta vez, caírmos na realidade.
Durante toda a nossa vida foram-nos feitas promessas: que as pessoas, no fim, revelar-se-iam todas bondosas, somente foram injustiçadas; que o príncipe encantado nos levaria para o seu palácio, longe dos nossos problemas. Mas a vida não é um filme, é muito mais crua, intensa e memorável e menos cor-de-rosa. Vá lá, Disney… porquê sujeitar pessoas pequeninas a contos de fadas que não passam de blasfémias?
O romance é uma armadilha porque nunca é sentido em partes e medidas reais e iguais. Há sempre alguém que sente uma adoração inigualável maior do que o outro alguém sente pelo pobre iludido. E, mesmo assim, este último acaba por se degradar a si mesmo somente para pôr a ilusão, a outra pessoa, num pedestal. Vamos lá ser realistas, humildes, mas sonhadores e românticos incuráveis leitores – o amor romântico não é o objetivo para que todos nascemos. Há mais amor e está em todo o lado. Por favor, vamos todos tomar um comprimido vermelho ou azul como no Matrix, mas para, desta vez, caírmos na realidade.
Durante toda a nossa vida foram-nos feitas promessas: que as pessoas, no fim, revelar-se-iam todas bondosas, somente foram injustiçadas; que o príncipe encantado nos levaria para o seu palácio, longe dos nossos problemas. Mas a vida não é um filme, é muito mais crua, intensa e memorável e menos cor-de-rosa. Vá lá, Disney… porquê sujeitar pessoas pequeninas a contos de fadas que não passam de blasfémias?
Voltando à pergunta inicial de como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas. Afirmei que era crendo na descrença. E ainda creio que essa minha resposta seja verdade. Mas esta ideia de dualidade é confusa e todos nós sabemos que nos regendo por este conceito não vamos longe, porque as coisas não são tão claras assim. O que quero dizer com “crer na descrença” assenta principalmente no aspeto que existe uma coisa muito importante a que chamamos de falha que é pintada de uma forma estupidamente negativa. Falhar é aprender.
Crer na descrença é a ideia mais controversa em que pensei. Assenta principalmente no princípio de que se cairmos não passaremos do chão, nem seremos transportados para um buraco que ninguém sabe onde vai dar como na fábrica do Willy Wonka. Crer na descrença é aceitar a realidade que nós, meros seres humanos num conjunto de milhares, não estamos sempre no controlo.
Voltando à pergunta inicial de como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas. Afirmei que era crendo na descrença. E ainda creio que essa minha resposta seja verdade. Mas esta ideia de dualidade é confusa e todos nós sabemos que nos regendo por este conceito não vamos longe, porque as coisas não são tão claras assim. O que quero dizer com “crer na descrença” assenta principalmente no aspeto que existe uma coisa muito importante a que chamamos de falha que é pintada de uma forma estupidamente negativa. Falhar é aprender.
Crer na descrença é a ideia mais controversa em que pensei. Assenta principalmente no princípio de que se cairmos não passaremos do chão, nem seremos transportados para um buraco que ninguém sabe onde vai dar como na fábrica do Willy Wonka. Crer na descrença é aceitar a realidade que nós, meros seres humanos num conjunto de milhares, não estamos sempre no controlo.
Voltando à pergunta inicial de como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas. Afirmei que era crendo na descrença. E ainda creio que essa minha resposta seja verdade. Mas esta ideia de dualidade é confusa e todos nós sabemos que nos regendo por este conceito não vamos longe, porque as coisas não são tão claras assim. O que quero dizer com “crer na descrença” assenta principalmente no aspeto que existe uma coisa muito importante a que chamamos de falha que é pintada de uma forma estupidamente negativa. Falhar é aprender.
Crer na descrença é a ideia mais controversa em que pensei. Assenta principalmente no princípio de que se cairmos não passaremos do chão, nem seremos transportados para um buraco que ninguém sabe onde vai dar como na fábrica do Willy Wonka. Crer na descrença é aceitar a realidade que nós, meros seres humanos num conjunto de milhares, não estamos sempre no controlo.
Há muito mais para além de esperar sentado no canto de um quarto que a vida, a emoção, a adrenalina nos caiam ao colo. Há que investir nos nossos objetivos e sonhos para que possamos chamar casa a nós mesmos. Casa é quem me acolhe, quem escolho ter à minha volta, quem deixo entrar no meu espaço e as cores que pintam as minhas paredes. Casa sou eu.
Crer que as circunstâncias são remediáveis é controlar a nossa descrença. Porque o nosso único limite está em descrer, não na falha.
Voltando à pergunta inicial de como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas. Afirmei que era crendo na descrença. E ainda creio que essa minha resposta seja verdade. Mas esta ideia de dualidade é confusa e todos nós sabemos que nos regendo por este conceito não vamos longe, porque as coisas não são tão claras assim. O que quero dizer com “crer na descrença” assenta principalmente no aspeto que existe uma coisa muito importante a que chamamos de falha que é pintada de uma forma estupidamente negativa. Falhar é aprender.
Crer na descrença é a ideia mais controversa em que pensei. Assenta principalmente no princípio de que se cairmos não passaremos do chão, nem seremos transportados para um buraco que ninguém sabe onde vai dar como na fábrica do Willy Wonka. Crer na descrença é aceitar a realidade que nós, meros seres humanos num conjunto de milhares, não estamos sempre no controlo.
Há muito mais para além de esperar sentado no canto de um quarto que a vida, a emoção, a adrenalina nos caiam ao colo. Há que investir nos nossos objetivos e sonhos para que possamos chamar casa a nós mesmos. Casa é quem me acolhe, quem escolho ter à minha volta, quem deixo entrar no meu espaço e as cores que pintam as minhas paredes. Casa sou eu.
Crer que as circunstâncias são remediáveis é controlar a nossa descrença. Porque o nosso único limite está em descrer, não na falha.
Voltando à pergunta inicial de como podemos nós, jovens esperançosos em constante mutação, acreditar nas mais diversas promessas que nos são feitas. Afirmei que era crendo na descrença. E ainda creio que essa minha resposta seja verdade. Mas esta ideia de dualidade é confusa e todos nós sabemos que nos regendo por este conceito não vamos longe, porque as coisas não são tão claras assim. O que quero dizer com “crer na descrença” assenta principalmente no aspeto que existe uma coisa muito importante a que chamamos de falha que é pintada de uma forma estupidamente negativa. Falhar é aprender.
Crer na descrença é a ideia mais controversa em que pensei. Assenta principalmente no princípio de que se cairmos não passaremos do chão, nem seremos transportados para um buraco que ninguém sabe onde vai dar como na fábrica do Willy Wonka. Crer na descrença é aceitar a realidade que nós, meros seres humanos num conjunto de milhares, não estamos sempre no controlo.
Há muito mais para além de esperar sentado no canto de um quarto que a vida, a emoção, a adrenalina nos caiam ao colo. Há que investir nos nossos objetivos e sonhos para que possamos chamar casa a nós mesmos. Casa é quem me acolhe, quem escolho ter à minha volta, quem deixo entrar no meu espaço e as cores que pintam as minhas paredes. Casa sou eu.
Crer que as circunstâncias são remediáveis é controlar a nossa descrença. Porque o nosso único limite está em descrer, não na falha.