O otimismo não é apenas uma visão, é uma estratégia. Tanto no trabalho, como na vida, devemos manter o nosso foco nas oportunidades e não nos obstáculos, nas soluções e não nos problemas. O otimismo para além de abrir inúmeras portas, cria caminhos onde antes pareciam existir apenas obstáculos.
No local de trabalho, seja ele qual for, é extremamente importante que haja otimismo personificado num bom líder, mas não menos importante é a existência de boas lideranças intermédias. Só uma equipa deste tipo é capaz de dar o exemplo, inspirar e orientar os restantes elementos em direção a objetivos comuns.
As sociedades contemporâneas testemunham uma crescente conscientização sobre a importância do otimismo e da saúde mental no nosso percurso de vida, e o ambiente de trabalho não é exceção. Mais do que nunca, empresas e organizações reconhecem que o bem-estar físico e mental dos colaboradores não é apenas uma questão pessoal, mas principalmente um fator crucial para o sucesso organizacional, promovendo a formação de equipas produtivas e resilientes. Por falar em produtividade, nós temos o estigma de sermos considerados um povo pouco produtivo. Concordando ou não, esta avaliação qualitativa da produtividade está dependente de uma série de fatores culturais (históricos, sociais, religiosos e artísticos) e também da política governativa dos últimos anos. E, posto isto, no caso português somos sempre confrontados com a tríade “Fado Futebol e Fátima” os três elementos que mais caracterizam a cultura portuguesa e que acabam por ter um efeito causal na nossa atitude face à vida e ao trabalho.
O otimismo não é apenas uma visão, é uma estratégia. Tanto no trabalho, como na vida, devemos manter o nosso foco nas oportunidades e não nos obstáculos, nas soluções e não nos problemas. O otimismo para além de abrir inúmeras portas, cria caminhos onde antes pareciam existir apenas obstáculos.
No local de trabalho, seja ele qual for, é extremamente importante que haja otimismo personificado num bom líder, mas não menos importante é a existência de boas lideranças intermédias. Só uma equipa deste tipo é capaz de dar o exemplo, inspirar e orientar os restantes elementos em direção a objetivos comuns.
As sociedades contemporâneas testemunham uma crescente conscientização sobre a importância do otimismo e da saúde mental no nosso percurso de vida, e o ambiente de trabalho não é exceção. Mais do que nunca, empresas e organizações reconhecem que o bem-estar físico e mental dos colaboradores não é apenas uma questão pessoal, mas principalmente um fator crucial para o sucesso organizacional, promovendo a formação de equipas produtivas e resilientes. Por falar em produtividade, nós temos o estigma de sermos considerados um povo pouco produtivo. Concordando ou não, esta avaliação qualitativa da produtividade está dependente de uma série de fatores culturais (históricos, sociais, religiosos e artísticos) e também da política governativa dos últimos anos. E, posto isto, no caso português somos sempre confrontados com a tríade “Fado Futebol e Fátima” os três elementos que mais caracterizam a cultura portuguesa e que acabam por ter um efeito causal na nossa atitude face à vida e ao trabalho.
O otimismo não é apenas uma visão, é uma estratégia. Tanto no trabalho, como na vida, devemos manter o nosso foco nas oportunidades e não nos obstáculos, nas soluções e não nos problemas. O otimismo para além de abrir inúmeras portas, cria caminhos onde antes pareciam existir apenas obstáculos.
No local de trabalho, seja ele qual for, é extremamente importante que haja otimismo personificado num bom líder, mas não menos importante é a existência de boas lideranças intermédias. Só uma equipa deste tipo é capaz de dar o exemplo, inspirar e orientar os restantes elementos em direção a objetivos comuns.
As sociedades contemporâneas testemunham uma crescente conscientização sobre a importância do otimismo e da saúde mental no nosso percurso de vida, e o ambiente de trabalho não é exceção. Mais do que nunca, empresas e organizações reconhecem que o bem-estar físico e mental dos colaboradores não é apenas uma questão pessoal, mas principalmente um fator crucial para o sucesso organizacional, promovendo a formação de equipas produtivas e resilientes. Por falar em produtividade, nós temos o estigma de sermos considerados um povo pouco produtivo. Concordando ou não, esta avaliação qualitativa da produtividade está dependente de uma série de fatores culturais (históricos, sociais, religiosos e artísticos) e também da política governativa dos últimos anos. E, posto isto, no caso português somos sempre confrontados com a tríade “Fado Futebol e Fátima” os três elementos que mais caracterizam a cultura portuguesa e que acabam por ter um efeito causal na nossa atitude face à vida e ao trabalho.
O otimismo não é apenas uma visão, é uma estratégia. Tanto no trabalho, como na vida, devemos manter o nosso foco nas oportunidades e não nos obstáculos, nas soluções e não nos problemas. O otimismo para além de abrir inúmeras portas, cria caminhos onde antes pareciam existir apenas obstáculos.
No local de trabalho, seja ele qual for, é extremamente importante que haja otimismo personificado num bom líder, mas não menos importante é a existência de boas lideranças intermédias. Só uma equipa deste tipo é capaz de dar o exemplo, inspirar e orientar os restantes elementos em direção a objetivos comuns.
As sociedades contemporâneas testemunham uma crescente conscientização sobre a importância do otimismo e da saúde mental no nosso percurso de vida, e o ambiente de trabalho não é exceção. Mais do que nunca, empresas e organizações reconhecem que o bem-estar físico e mental dos colaboradores não é apenas uma questão pessoal, mas principalmente um fator crucial para o sucesso organizacional, promovendo a formação de equipas produtivas e resilientes. Por falar em produtividade, nós temos o estigma de sermos considerados um povo pouco produtivo. Concordando ou não, esta avaliação qualitativa da produtividade está dependente de uma série de fatores culturais (históricos, sociais, religiosos e artísticos) e também da política governativa dos últimos anos. E, posto isto, no caso português somos sempre confrontados com a tríade “Fado Futebol e Fátima” os três elementos que mais caracterizam a cultura portuguesa e que acabam por ter um efeito causal na nossa atitude face à vida e ao trabalho.
A IMPORTÂNCIA DO OTIMISMO NO TRABALHO
E NA VIDA, EM PORTUGAL
by Sandra Rodrigues - Professora & Empresária
A IMPORTÂNCIA DO OTIMISMO NO TRABALHO
E NA VIDA, EM PORTUGAL
by Sandra Rodrigues - Professora & Empresária
A IMPORTÂNCIA DO OTIMISMO NO TRABALHO E NA VIDA, EM PORTUGAL
by Sandra Rodrigues - Professora & Empresária
A IMPORTÂNCIA DO OTIMISMO NO TRABALHO E NA VIDA, EM PORTUGAL
by Sandra Rodrigues - Professora & Empresária
A IMPORTÂNCIA DO OTIMISMO NO TRABALHO E NA VIDA, EM PORTUGAL
by Sandra Rodrigues - Professora & Empresária
De um modo geral, consideramos que o nosso percurso é obra do destino (fado), achamos que não temos o livre arbítrio de mudar o rumo dos acontecimentos e que tudo acontece, porque “já tinha que ser”. As típicas respostas: “Vai-se andando”, “Mais ou menos” e “Nunca pior.”, à pergunta “Tudo bem?”, refletem bem a ideia cultural de que nunca estamos satisfeitos. Acreditemos mais no poder do nosso livre arbítrio, nas neurociências, na psicologia cognitiva, nas bases biológicas e que somos agentes ativos das nossas ações.
Depois temos o futebol, o desporto mais popular do mundo, que para a grande maioria da população portuguesa é também o grande espetáculo semanal e anual. Ele dita rotinas familiares e é, para muitos, a única e grande prioridade de entretenimento. Alarguemos horizontes, a vida oferece uma vasta gama de grandiosas experiências e diversas atividades de interesse para além do futebol (a literatura, a música, o cinema, o teatro, as artes visuais e outras formas de expressão artística).
De seguida temos “Fátima” com a devoção, a fé e a peregrinação religiosa, que ditam uma série de promessas e pagamentos de promessas, nas quais se cumprem ações de agradecimento por “graças” recebidas, como se tudo dependesse de uma entidade divina. Até a típica saudação de despedida «Até amanhã, se Deus quiser» reflete bem um misto de fé, esperança e aceitação da vontade divina. Ser ateu significa não acreditar em entidades divinas, mas isso não invalida que a pessoa tenha as suas perspetivas sobre questões morais, éticas, espirituais e filosóficas.
De um modo geral, consideramos que o nosso percurso é obra do destino (fado), achamos que não temos o livre arbítrio de mudar o rumo dos acontecimentos e que tudo acontece, porque “já tinha que ser”. As típicas respostas: “Vai-se andando”, “Mais ou menos” e “Nunca pior.”, à pergunta “Tudo bem?”, refletem bem a ideia cultural de que nunca estamos satisfeitos. Acreditemos mais no poder do nosso livre arbítrio, nas neurociências, na psicologia cognitiva, nas bases biológicas e que somos agentes ativos das nossas ações.
Depois temos o futebol, o desporto mais popular do mundo, que para a grande maioria da população portuguesa é também o grande espetáculo semanal e anual. Ele dita rotinas familiares e é, para muitos, a única e grande prioridade de entretenimento. Alarguemos horizontes, a vida oferece uma vasta gama de grandiosas experiências e diversas atividades de interesse para além do futebol (a literatura, a música, o cinema, o teatro, as artes visuais e outras formas de expressão artística).
De seguida temos “Fátima” com a devoção, a fé e a peregrinação religiosa, que ditam uma série de promessas e pagamentos de promessas, nas quais se cumprem ações de agradecimento por “graças” recebidas, como se tudo dependesse de uma entidade divina. Até a típica saudação de despedida «Até amanhã, se Deus quiser» reflete bem um misto de fé, esperança e aceitação da vontade divina. Ser ateu significa não acreditar em entidades divinas, mas isso não invalida que a pessoa tenha as suas perspetivas sobre questões morais, éticas, espirituais e filosóficas.
De um modo geral, consideramos que o nosso percurso é obra do destino (fado), achamos que não temos o livre arbítrio de mudar o rumo dos acontecimentos e que tudo acontece, porque “já tinha que ser”. As típicas respostas: “Vai-se andando”, “Mais ou menos” e “Nunca pior.”, à pergunta “Tudo bem?”, refletem bem a ideia cultural de que nunca estamos satisfeitos. Acreditemos mais no poder do nosso livre arbítrio, nas neurociências, na psicologia cognitiva, nas bases biológicas e que somos agentes ativos das nossas ações.
Depois temos o futebol, o desporto mais popular do mundo, que para a grande maioria da população portuguesa é também o grande espetáculo semanal e anual. Ele dita rotinas familiares e é, para muitos, a única e grande prioridade de entretenimento. Alarguemos horizontes, a vida oferece uma vasta gama de grandiosas experiências e diversas atividades de interesse para além do futebol (a literatura, a música, o cinema, o teatro, as artes visuais e outras formas de expressão artística).
De seguida temos “Fátima” com a devoção, a fé e a peregrinação religiosa, que ditam uma série de promessas e pagamentos de promessas, nas quais se cumprem ações de agradecimento por “graças” recebidas, como se tudo dependesse de uma entidade divina. Até a típica saudação de despedida «Até amanhã, se Deus quiser» reflete bem um misto de fé, esperança e aceitação da vontade divina. Ser ateu significa não acreditar em entidades divinas, mas isso não invalida que a pessoa tenha as suas perspetivas sobre questões morais, éticas, espirituais e filosóficas.
De um modo geral, consideramos que o nosso percurso é obra do destino (fado), achamos que não temos o livre arbítrio de mudar o rumo dos acontecimentos e que tudo acontece, porque “já tinha que ser”. As típicas respostas: “Vai-se andando”, “Mais ou menos” e “Nunca pior.”, à pergunta “Tudo bem?”, refletem bem a ideia cultural de que nunca estamos satisfeitos. Acreditemos mais no poder do nosso livre arbítrio, nas neurociências, na psicologia cognitiva, nas bases biológicas e que somos agentes ativos das nossas ações.
Depois temos o futebol, o desporto mais popular do mundo, que para a grande maioria da população portuguesa é também o grande espetáculo semanal e anual. Ele dita rotinas familiares e é, para muitos, a única e grande prioridade de entretenimento. Alarguemos horizontes, a vida oferece uma vasta gama de grandiosas experiências e diversas atividades de interesse para além do futebol (a literatura, a música, o cinema, o teatro, as artes visuais e outras formas de expressão artística).
De seguida temos “Fátima” com a devoção, a fé e a peregrinação religiosa, que ditam uma série de promessas e pagamentos de promessas, nas quais se cumprem ações de agradecimento por “graças” recebidas, como se tudo dependesse de uma entidade divina. Até a típica saudação de despedida «Até amanhã, se Deus quiser» reflete bem um misto de fé, esperança e aceitação da vontade divina. Ser ateu significa não acreditar em entidades divinas, mas isso não invalida que a pessoa tenha as suas perspetivas sobre questões morais, éticas, espirituais e filosóficas.
Falta-nos, um sentimento de coragem para novas conquistas, falta-nos reencarnar o espírito da “Era dos Descobrimentos” e mostrarmos a nós próprios que somos capazes de agir com otimismo e empatia, imbuídos de um grandioso sentimento de gratidão. E, porque não fazê-lo diariamente com um grande sorriso nos lábios? O sorriso é uma ferramenta multifacetada que vai para além do simples gesto facial. Ele é um elemento vital na construção dos relacionamentos, na promoção da saúde mental e no estímulo à criatividade. Os líderes e colaboradores que o reconhecem e valorizam contribuem não apenas para um ambiente de trabalho mais positivo, mas também para o sucesso a longo prazo das suas organizações. Portanto, não subestimemos o poder transformador da gratidão, da atitude positiva e do sorriso, quer na vida, quer no contexto profissional – atitudes estas que podem ser muito impactantes.
Termino com um pensamento de Jim Rohn que diz basicamente, não queiras o que é mais fácil, prefere antes que tu sejas melhor; não queiras menos problemas, prefere sim teres mais competências; não queiras um desafio pequeno, prefere antes mais sabedoria – qualidade, competência e sabedoria.
Bem hajam a todos aqueles que já colocam em prática estas atitudes no seu dia-a-dia, ao excêntrico e carismático Mário José (Executive Manager) e à empática e confiável Ana Graça (General Manager). Como eu costumo dizer, duas pessoas que se complementam muito bem na racionalidade e na emocionalidade, num equilíbrio inigualável.
Falta-nos, um sentimento de coragem para novas conquistas, falta-nos reencarnar o espírito da “Era dos Descobrimentos” e mostrarmos a nós próprios que somos capazes de agir com otimismo e empatia, imbuídos de um grandioso sentimento de gratidão. E, porque não fazê-lo diariamente com um grande sorriso nos lábios? O sorriso é uma ferramenta multifacetada que vai para além do simples gesto facial. Ele é um elemento vital na construção dos relacionamentos, na promoção da saúde mental e no estímulo à criatividade. Os líderes e colaboradores que o reconhecem e valorizam contribuem não apenas para um ambiente de trabalho mais positivo, mas também para o sucesso a longo prazo das suas organizações. Portanto, não subestimemos o poder transformador da gratidão, da atitude positiva e do sorriso, quer na vida, quer no contexto profissional – atitudes estas que podem ser muito impactantes.
Termino com um pensamento de Jim Rohn que diz basicamente, não queiras o que é mais fácil, prefere antes que tu sejas melhor; não queiras menos problemas, prefere sim teres mais competências; não queiras um desafio pequeno, prefere antes mais sabedoria – qualidade, competência e sabedoria.
Bem hajam a todos aqueles que já colocam em prática estas atitudes no seu dia-a-dia, ao excêntrico e carismático Mário José (Executive Manager) e à empática e confiável Ana Graça (General Manager). Como eu costumo dizer, duas pessoas que se complementam muito bem na racionalidade e na emocionalidade, num equilíbrio inigualável.
Falta-nos, um sentimento de coragem para novas conquistas, falta-nos reencarnar o espírito da “Era dos Descobrimentos” e mostrarmos a nós próprios que somos capazes de agir com otimismo e empatia, imbuídos de um grandioso sentimento de gratidão. E, porque não fazê-lo diariamente com um grande sorriso nos lábios? O sorriso é uma ferramenta multifacetada que vai para além do simples gesto facial. Ele é um elemento vital na construção dos relacionamentos, na promoção da saúde mental e no estímulo à criatividade. Os líderes e colaboradores que o reconhecem e valorizam contribuem não apenas para um ambiente de trabalho mais positivo, mas também para o sucesso a longo prazo das suas organizações. Portanto, não subestimemos o poder transformador da gratidão, da atitude positiva e do sorriso, quer na vida, quer no contexto profissional – atitudes estas que podem ser muito impactantes.
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Parabéns, neste 1.º de fevereiro, AMAZING!
Parabéns pelos 6 anos percorridos com liderança no mercado, visão estratégica, inovação e adaptação, qualidade dos produtos e serviços, excelente orientação do cliente, eficiente gestão financeira, positiva cultura organizacional e eficaz estratégia de marketing!
Para os meus amigos, Mário e Ana, desejo um futuro muito próspero e que as próximas décadas continuem a ser AMAZING!
Sandra Micaelo Rodrigues
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Sandra Micaelo Rodrigues